O novo Reputation Risk Index, lançado pelo Global Situation Room, acende um alerta vermelho: 86% dos especialistas globais acreditam que as ameaças reputacionais vão crescer já no próximo trimestre. E os vilões não são novidade — apenas ficaram mais perigosos.
O maior risco apontado? O uso indevido da inteligência artificial.
Deepfakes, decisões automatizadas sem lastro ético e manipulação de narrativas em escala industrial. Uma bomba-relógio reputacional — pronta para explodir marcas. Culposas ou Dolosas? Não importará.
Outro ponto crítico é a associação a figuras públicas polêmicas. A Tesla que o diga. Entre dezembro e abril, suas ações despencaram de US$ 79 para US$254. Ataques físicos a lojas, boicotes e perda de confiança estão no radar. Um lembrete de que reputação não é ativo intangível — é patrimônio real.
O terceiro grande foco é o retrocesso nas políticas de diversidade, equidade e inclusão.
Cortar investimentos em DEI pode parecer uma economia de curto prazo. Mas no mundo da transparência radical, a conta vem. E costuma sair cara.
O que fazer? Monitorar, agir com transparência, ter um plano. Reputação não se improvisa — se constroi, se protege e se atualiza.
Em 2025, o risco maior é não levar o risco a sério.