CFO do Inhotim. Trânsito raro entre números e obras de arte — com credibilidade que o mercado ainda não tinha ouvido falar.
Luciana sempre foi dessas que resolvem o que ninguém vê — e fazem parecer fácil o que ninguém entende.
Mas como todo mundo que trabalha sério demais, o nome dela às vezes não chegava antes do talento. E numa época em que o algoritmo é mais rápido que o cafezinho, isso é quase um crime de reputação.
Luciana já tinha o que importa: competência, visão estratégica, credibilidade. Faltava uma coisa só — presença. Um jeito mais afinado de mostrar ao mercado que ela entendia tanto de finanças quanto de gente, e que liderança boa não grita: ressoa.
A presença digital estava tímida. A conversa com a imprensa ainda no “vamos marcar”. E sua imagem pública, apesar de respeitada, não traduzia a executiva transformadora que ela já era todos os dias, dentro da instituição.
A Hipertexto começou da forma como poucos começam: pela escuta. Nada de frases de autoajuda nem poses de guru. O que veio depois foi conteúdo com profundidade, voz autêntica e impacto real.
Textos com alma de boardroom e linguagem de conversa mineira — como quem senta junto para tomar um cafézinho e compartilhar saberes.
Vieram os artigos no LinkedIn. E vieram as cartas do projeto “Entre Cartas, Caminhos e Conexões” — inspiradas nos manifestos clássicos de liderança, como as cartas de Jeff Bezos aos acionistas, que antes ficavam presas em livros e relatórios. Aqui, ganharam forma de pílulas semanais, direto no feed, com acesso humano e sem capa dura.
O LinkedIn virou palco. O conteúdo, conversa. Os seguidores cresceram — mas, mais que isso, cresceram os olhos atentos da imprensa, que passou a receber estratégias específicas, e do mercado, que passou a prestar atenção.
Luciana passou a ser vista como o que sempre foi: uma líder estratégica com sensibilidade rara e uma visão de futuro coerente, corajosa e precisa. Ganhou mais voz, mais espaço e, principalmente, mais escuta.
Luciana Zanini sempre foi uma dessas que inspiram mesmo sem querer. O que fizemos foi apenas afinar a vitrola — para que o mercado ouvisse direito a música que ela já tocava.
A gente sabe mostrar o que você já é — e te ajuda a chegar onde merece.