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As mídias digitais são canais de atração. Dessa forma, o seu público nas redes sociais não é – ou pelo menos não deveria ser – diferente daquele que compra de você, concorda? Essa é a primeira consciência que precisamos tomar para desenvolver estratégias online.
Se seu objetivo é identificar público-alvo nas redes sociais, o passo inicial é compreender seu nicho de atuação. Muitas vezes, começamos um negócio ou abrimos um consultório sem ter a clareza disso e podemos seguir anos conseguindo clientes “na sorte”.
Suponhamos que você seja ginecologista. É de se esperar que você saiba “tudo” sobre a saúde íntima da mulher e, por isso, seja capaz de tratar as milhares de queixas que possam surgir nos atendimentos.
Entretanto, seus estudos possivelmente foram direcionados e mais apurados para alguma área, não é mesmo? Por exemplo, se você se tornou especialista em reprodução assistida, deverá dialogar com pessoas que estão em busca de tratamento para engravidar, em vez de focar em todo tipo de atendimento ginecológico.
Agora que entendemos melhor o nicho, é hora de segmentar muito bem quem é o seu público. Para isso, você precisa saber de questões como:
Esses detalhes vão te ajudar a entender quem é a persona, o cliente ou paciente ideal para seu negócio. Por mais que esse conceito seja aplicado em estratégias de marketing digital e marketing médico, vale reforçar que essa clareza é fundamental para quaisquer que sejam suas ações de divulgação.
Agora, vamos entender como aplicar o que falamos anteriormente para, então, identificar público-alvo nas redes sociais.
Em primeiro lugar, é muito interessante observar que hoje o mundo tem 3,8 bilhões de usuários ativos nas mídias. E, o tempo que as pessoas passam nelas é grande. Somente no Brasil, a média de acesso por dia é de mais de 3h30, segundo um relatório de 2020 da Hootsuite.
Logo, seu cliente ou paciente ideal está ali. Mas resta saber em quais das redes. Por isso, a primeira das dicas que vamos te passar começa com você fazendo o “dever de casa”. Acompanhe!
Então, crie formulários presenciais e/ou online para entender melhor sobre as características e os hábitos de consumo de quem já compra de você. Aproveite a oportunidade e pergunte quais redes sociais essas pessoas gostam e costumam acessar com frequência.
Ou seja, se a maioria responde que passa horas no Instagram, mas não costuma acessar o LinkedIn, não vale a pena alimentar perfil na segunda rede, concorda?
Além disso, como é provável que você já esteja nas rede sociais, use os recursos dessas ferramentas para conhecer seus seguidores. Por exemplo, crie enquetes, questionários, caixas de perguntas que sirvam para entender os motivos que fazem aqueles seguidores estarem ali.
Uma importante parte das estratégias digitais é o acompanhamento de dados, isto é, a análise dos frutos gerados por seu conteúdo. Use os “Insights” que existem nas próprias redes sociais para entender publicações que mais despertam interesse e engajamento do seu público.
Mas é relevante lembrar que suas apostas não devem estar concentradas apenas nas redes sociais, então, analise também os dados referentes ao seu site, como anda o acesso, se houve algum pico após determinada publicação, por exemplo.
Assim, você terá uma noção melhor do que seus clientes e os em potencial estão buscando com a sua empresa ou consultório.
Procure identificar o que seu público-alvo nas redes sociais costuma fazer. Ou seja, quais são os posts que rendem comentários e interação em outros perfis? Essa observação é muito relevante na hora de entender o que essas pessoas estão buscando.
O patrocínio de posts permite que você faça a segmentação do público com muita precisão. E , assim, o conteúdo pode ser direcionado aos usuários com a descrição do seu cliente ideal.
Por isso, inclua mídia paga em seu planejamento de redes sociais, como Facebook e Instagram Ads, para aumentar suas chances de conversão.
Agora que está mais fácil de identificar o público-alvo nas redes sociais, é válido mencionar que seu conteúdo precisa ser consistente e frequente. Ou seja, suas publicações devem ter periodicidade, além de serem exemplo daquilo que sua marca prega.
Para contar com especialistas em produção de conteúdo para redes sociais, envie-nos agora mensagem pelo Whatsapp.
]]>Com os dispositivos tão presentes na vida das pessoas, usar a voz para procurar informações não é coisa do futuro. Inclusive, a ComScore afirma que, em 2020, 50% das pesquisas serão feitas dessa forma.
Não há como duvidar disso, considerando que o Brasil conta com 230 milhões de celulares ativos. Em outras palavras, existe mais de um aparelho por pessoa no país, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP).
Primeiramente, vamos entender como aproveitar bem essa era da voz e oferecer as melhores respostas. Então, é hora de conferir uma lista de dicas de SEO!
Primeiramente, ao fazer uma busca, a forma como escrevemos é diferente de como falamos, certo? Por exemplo:
Dessa forma, o ideal é pensar em palavras-chave de cauda longa e que estejam cada vez mais próximas à linguagem oral.
Aliás, isso pode influenciar, inclusive, nos pronomes possessivos que muitas vezes usamos no conteúdo. Isto é, em vez de usar “sua empresa”, a tendência oral seria dizer “minha empresa”, certo?
“Featured snippets” são a “posição zero no Google”, que aparecem antes mesmo daquela enorme lista de resultados. É comum vermos os “snippets” em uma caixa, com algumas linhas ou imagem detalhando aquilo que a pessoa deseja saber.
Assim, para alcançar o topo do topo, o ideal é criar conteúdos com períodos bastante concisos e listas de fácil leitura, por exemplo.
Se você pesquisar “outback” (ou “onde fica o outback”), você irá ver facilmente o resultado da busca. Como, por exemplo, a localização e outras informações para frequentadores, como horário de funcionamento etc. Essa praticidade é possibilitada pelo Google Meu Negócio
Sobre o mesmo ponto de vista: imagine que ótimo obter um resultado assim quando você, dirigindo com responsabilidade, só fala para o celular “onde fica o estacionamento mais próximo?”
Aproveite seu blog para incluir uma série de informações úteis para seus clientes. Assim, ofereça posts simples que respondam as perguntas mais comuns.
Além disso, é importante entender que o usuário tem que ser favorecido pelo conteúdo e que sua marca tem o papel de atender às necessidades dele.
Antes de mais nada, é preciso entender que essa capacidade – “muito ‘Black Mirror’” – do Google se deve às atualizações de algoritmo ao longo da última década.
A principal delas foi a “Humminbird” (2013, e aperfeiçoada ao longo dos anos). Ela possibilitou que o buscador compreendesse o que as pessoas querem dizer, não necessariamente por meio das “keywords”.
Em outras palavras, o algoritmo passou a “entender” de semântica. E é justamente por isso que o conteúdo tem que ter qualidade e ser produzido por quem está por dentro dessas novidades constantes.
Então, o que achou dessa lista? Se tiver dúvida, fale conosco. Envie-nos agora uma mensagem! Ou, se preferir, converse pelo Whatsapp: 31. 99404-0102.
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