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O perigo, então, é acreditar que uma história impecável pode resolver tudo. Doce ilusão, não resolve!
Em comunicação corporativa, a licença poética não substitui a evidência. Narrativas que “esticam a realidade” podem gerar curtidas no curto prazo, mas cobram juros altos depois. O público aprende a desconfiar, a imprensa toma nota e os parceiros hesitam.
Nada corrói mais do que a sensação de ter sido conduzido por uma boa história a um lugar que não é real. Quem assistiu o final da novela “Vale Tudo” vai ter que concordar com isso!
História forte precisa de base forte, porque antes da metáfora, checam-se os números, o slogan e validam-se entregas.
Storytelling é arquitetura para organizar prova, contexto, propósito e impacto em uma narrativa que se sustenta quando alguém faz perguntas difíceis. E acredite, em algum momento, elas virão.
Como aplicar na prática? Comece pelo inventário de fatos. O que é verificável hoje na sua trajetória profissional e na da sua empresa? O que é ambição e ainda não aconteceu? O que depende de terceiros? Em seguida, traduza em linguagem clara o que já existe e onde você quer chegar.
Escolha um conflito real, apresente as escolhas feitas e os resultados medidos. Histórias encantam, porém é a verdade junto com a credibilidade que as sustentam.
A sua narrativa está servindo à realidade ou tentando substituí-la poeticamente?
]]>Conhecer pessoas é algo relativamente simples. Cartões de visita, conexões no LinkedIn, cumprimentos em coquetéis, tudo isso soma números. A relação, no entanto, não se sustenta em acúmulos. Ela pede presença, reciprocidade, continuidade. Não é diferente nos negócios do que é no amor ou na amizade: vínculos precisam ser alimentados para se tornarem verdadeiros.
Vejo muita gente orgulhosa de uma lista de contatos robusta, mas incapaz de dizer quando foi a última vez que ligou para alguém daquela lista sem pedir nada em troca. Uma rede só faz sentido quando funciona nos dois sentidos.
Lembrar de um detalhe dito meses atrás, ajudar a achar uma fonte, marcar um café que não se disfarça de proposta comercial, agradecer uma indicação mesmo quando ela não se converte em negócio. E tantas outras milhões de manifestações orgânicas.
O que vamos falar agora, fica aqui entre nós, está bem? Networking não é o status de simplesmente conhecer pessoas importantes. É cultivar relacionamentos baseados na confiança de forma orgânica.
Agora, confesse, o seu networking é uma rede viva ou apenas um caderninho moderno de contatos?
]]>Mais do que ouvir, nosso papel é ser escuta ativa. Entender o contexto. Acolher. E, principalmente, facilitar.
Facilitar significa não ser mais um fator de estresse. Significa entregar conteúdos robustos, direcionados, que respeitem a linha editorial e o tempo do jornalista. Informação pronta, útil, com contexto e com recorte. Nada de e-mails genéricos, PDFs inúteis ou WhatsApps com “tem um minutinho?”.
Relacionamento com a imprensa é construção de confiança. É saber como, quando e por qual canal aquele jornalista prefere ser acionado. É oferecer ajuda mesmo quando o tema não envolve nenhum cliente seu. É ser lembrado como alguém que resolve — e não como mais um na lista de transmissão.
O desafio das redações mudou e muito, mas e a sua marca? Ela tem ajudado ou só gerado mais ruído?
]]>William Stanley Jr. era físico, um gênio da eletricidade. Mas sua fortuna não veio das patentes técnicas — veio de uma garrafa. Em 1913, criou a primeira térmica de aço. Robusta, pensada para durar. O público? Trabalhadores da construção e soldados. Resistência era o grande diferencial.
Por décadas, a marca Stanley sobreviveu nesse nicho. Até quase desaparecer e parecer esgotado, ultrapassado.
A virada veio em 2020, quando Terence Reilly, o mesmo que transformou a Crocs, assumiu a presidência. A Quencher — uma garrafa lançada em 2016 sem brilho comercial — renasceu com novas cores, acabamentos e um empurrão estratégico de influenciadoras. Virou febre.
Não era só sobre manter líquido gelado. Era sobre estilo, pertencimento, comunidade.
Às vezes, o problema não é o produto. É o posicionamento. É a história que você ainda não contou direito ou contou para o público errado.
Entenda: produto sem alma vira estoque. Com propósito e estratégia, ele vira desejo.
]]>Nenhum elogio. Nenhuma crítica. Nenhuma reação. Silêncio. E aí, você pensa: “Bom sinal, né? Se ele não reclamou, deve estar tudo certo.”
Será? Nem sempre. Às vezes, o silêncio diz mais do que qualquer palavra. Pensa comigo: quando um cliente está realmente feliz, ele fala. Ele comemora, agradece, recomenda, volta.
Mas quando ele começa a se calar — não pergunta, não sugere, não participa — talvez ele só esteja indo embora devagarinho. Sem fazer barulho.
E o mais perigoso é que a gente não percebe. Fica preso no automático do “atender demanda”. Entrega exatamente o que foi pedido, mas esquece de olhar para o que não foi dito.E, muitas vezes, é aí que mora a insatisfação.
Na expectativa não verbalizada. Na experiência que ficou aquém. Na conexão que não aconteceu.
É como aquele amigo que some aos poucos, sabe? Ele não briga, não reclama, não diz que está chateado. Só vai se afastando… e quando você percebe, já foi. Com o cliente, pode ser igual.
Por isso, se você acha que está tudo bem só porque ninguém está reclamando, talvez seja hora de rever essa lógica. Silêncio também é feedback. E, às vezes, é o mais importante de todos.
]]>A comunicação, assim como muitas áreas, adora importar termos e conceitos para facilitar explicações. Mas muitas vezes, isso só cria barreiras. Pergunte a qualquer avô o que ele sabe sobre storytelling e a resposta provavelmente será um olhar curioso, como quem não entende a pergunta. Agora, experimente dizer que storytelling é simplesmente a arte de contar histórias para emocionar, ensinar e influenciar. Ele, então, vai se lembrar das rodas de conversa no quintal e dos casos que passavam de geração em geração.
Storytelling não nasceu no marketing, no cinema ou na publicidade. Sempre esteve presente no jeito humano de se comunicar. A diferença é que, hoje, estruturamos melhor essas narrativas, damos nomes sofisticados às técnicas e aplicamos tudo isso estrategicamente para construir marcas, conectar audiências e influenciar percepções.
Mas a verdade é que os elementos essenciais do storytelling – aqueles que aprendemos em livros e cursos – já estavam naquelas histórias contadas ao pé de um fogão a lenha. Quem nunca ouviu uma “jornada do heroi” narrada por um avô que veio de longe em busca de uma vida melhor?
Sobreposição de narrativas? Estava lá, quando histórias se entrelaçavam e revelavam conexões inesperadas entre personagens. Sparklines? Quando a nostalgia de um tempo passado contrastava com o presente, criando emoção e engajamento. In media res? Aquele avô que começava a história já no meio da ação, prendendo a atenção desde a primeira frase. Convergência de ideias? Cada história tinha um propósito, uma lição, um insight que ficava na memória.
Nossos avós não chamavam isso de storytelling. Eles chamavam de vida. E talvez essa seja a lição mais valiosa: boas histórias não precisam de jargões. Precisam de alma, de verdade e de conexão. Precisam de vida.
O quanto de vida você tem colocado nas suas histórias?
Toda empresa deseja construir e ter visibilidade junto à imprensa. Em tempos de tecnologias avançadas, essa é a principal estratégia para conquistar novos clientes e ainda manter um relacionamento forte com seu público. E não só nos veículos de comunicação, mas também nas redes sociais e nos canais da Web, como blogs e sites.
Acima de tudo, é preciso estratégia. Contar com uma equipe de assessoria de imprensa profissional e experiente é o primeiro passo. Primeiramente, é importante entender que a assessoria atua como um elo entre os repórteres, podcasters e influenciadores, fornecendo informações de qualidade sobre sua empresa, serviços e produtos.
Dessa forma, o grande trunfo de uma assessoria competente é oferecer os ganchos corretos para atrair o interesse da imprensa. É evidente que todo o trabalho é estratégico e deve ser avaliado durante todo o tempo, em busca das melhores soluções para o cliente.
Assim, por meio desse relacionamento, ele busca posicionar sua empresa como uma fonte confiável de informações. Além de abordar temas específicos de interesse do público, o assessor conecta seu negócio a tópicos de interesse da imprensa.
Já imaginou sua marca se tornando a principal referência em tópicos relevantes para você? Sem dúvida a assessoria tem o conhecimento necessário para identificar oportunidades de divulgação orgânica nos diversos canais, consolidando você como uma autoridade no assunto.
Para isso, existem práticas fundamentais para manter esse relacionamento ativo e em constante crescimento.
Primeiramente, a confiança é a base para efetivamente divulgar uma pauta. Em primeiro lugar, a comunicação deve ser consistente, segura e embasada. Isso estabelece a confiabilidade junto aos jornalistas, já que o foco aqui é a informação. Certamente a maneira como você se comunica desempenha um papel crucial na imagem que você transmite.
Por isso, é crucial adotar a perspectiva do seu público-alvo. Para atrair o interesse dos jornalistas e profissionais de comunicação, é essencial demonstrar como sua pauta é relevante para o público deles. Nesse sentido, a empatia desempenha um papel importante ao longo das conversas e divulgação de pautas.

Além disso, a consistência, o interesse contínuo e a dedicação são essenciais. É evidente que sem um planejamento sólido para a divulgação de conteúdo, é difícil se destacar na mídia. Portanto, é recomendável manter uma rotina de contato com os profissionais da mídia. Esteja sempre presente e atento às oportunidades para oferecer pautas de qualidade.
Em seguida, entenda que os jornalistas valorizam uma assessoria que simplifica e agiliza seu trabalho. Com certeza assessores compreendem as demandas dos jornalistas, afinal, compartilham a mesma profissão.
Portanto, se você deseja divulgar seu negócio em veículos de imprensa renomados, é crucial produzir conteúdo de fácil compreensão, acessível ao público em geral e que possa ser incorporado às matérias jornalísticas.

Por fim, buscar uma relação próxima com a imprensa é uma atividade essencial e que requer constância. Sem dúvidas, a relação se baseia em troca de valor, não de favores. As pessoas buscam histórias interessantes e produtos eficazes!
Então, agora que você compreende a importância de estar presente, é hora de buscar uma equipe especializada, profissional e experiente para te auxiliar a melhorar seu relacionamento com a imprensa. A chave para alcançar a tão desejada visibilidade e reconhecimento na mídia está na habilidade da assessoria de imprensa de fornecer informações no momento certo, nos lugares certos e da maneira adequada.
Embora essas orientações sejam vitais, é importante lembrar que a ação é essencial para se posicionar. Se você reconhece que seu negócio merece alcançar um público mais amplo e se consolidar como uma autoridade, entre em contato conosco. Nossa especialidade é construir conexões sólidas, seguras e eficazes, permitindo o acesso ideal à mídia para o seu negócio.
Não hesite em compartilhar suas dúvidas nos comentários abaixo!
]]>Ela te auxilia na divulgação de sua empresa por meio de um trabalho sério e contínuo junto aos veículos de comunicação.
Em mais de 20 anos de experiência em assessoria de imprensa, temos cases fantásticos de centenas de clientes. E, podemos garantir que se trata de um investimento fundamental para ganho de credibilidade e autoridade em sua área de atuação.
Então, vamos lá: a assessoria de imprensa cria um relacionamento forte entre sua empresa e a imprensa. Dessa forma, você estará na mídia de forma espontânea. Isso significa que você NÃO precisa pagar por aquele espaço nos jornais, revistas, sites, portais, rádio ou TV. Trata-se de um processo de conquista e geração de interesse junto à imprensa.
A assessoria de imprensa irá criar, por meio do envio periódico de informações para a imprensa, um relacionamento entre você, sua empresa e a imprensa. Dessa forma, você se tornará fonte importante de informação para os jornalistas.
Ser referência em sua área gera credibilidade, abre portas, dá respaldo nas negociações de sua empresa e nas vendas de seus produtos e/ou serviços, além de divulgar sua marca.
Isso também é fundamental para que seu site tenha um bom ranqueamento no Google. Outra grande vantagem é a conquista do tão sonho selinho azul do Instagram. Sabia que eles avaliam entre outras coisas, as inserções na imprensa?
Veja só o que o Instagram diz:
Notável: sua conta deve representar pessoas, marcas ou entidades famosas e muito pesquisadas. Analisamos contas que aparecem em várias fontes de notícias. Não consideramos conteúdo de mídia pago ou patrocinado como fontes para análise.

Também faz parte do trabalho de uma assessoria de imprensa o planejamento de estratégias de comunicação para a empresa; a produção de conteúdo para as redes sociais, site e blog, de acordo com a estratégia desenvolvida. Além da elaboração de roteiros e a Gestão de Crise, que trabalha como o objetivo de prevenir que você e/ou sua empresa passem por crises de imagem.
Por fim, uma assessoria de imprensa que realmente vale a pena desenvolve estratégias específicas e sob medida para o seu negócio. Não há receita de bolo!
Quer saber mais? Fale conosco: contato@hipertextoweb.com.br / 31. 99404-0102
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As pessoas adoram uma história. E isso não é de agora. Se pensar bem, desde os homens das cavernas isso já existia. Por isso, criamos este script que vai te ajudar muito!
O Storytellling é a forma de contar sua história e serve para tornar seu negócio ou sua própria prestação de serviços mais atraente. Mas é fundamental que a história que você vá contar esteja intimamente ligada ao tipo de pessoa com a qual você quer se comunicar (público alvo)!
Então, vamos logo para o script para storytelling:

Toda boa história tem um inimigo. As pessoas aproveitam mais uma história quando há contra quem lutar.
O começo de tudo é importante porque ele dita a procedência. As pessoas se importam com isso. O começo de tudo é o que define a sua empresa.
Mostrar quem você é.
Insatisfação ou chamado. É quando você acorda e percebe que, às vezes, pode até ter uma situação legal, mas que isso não é mais suficiente. É quando você vira e fala assim: “eu quero fazer outra coisa”.
A partir daí você tem a caminhada. E, no meio dela, a grande crise: ninguém gosta de quem não sente, não sofre. As pessoas, principalmente os brasileiros, gostam de quem cai e se levanta.
