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Segundo a tradição popular, a água da primeira chuva de janeiro é remédio para crianças que demoram a falar. Aqui, vale um alerta dos avós: “E olha… se vier com trovoada, aí é que faz efeito mesmo, viu? Mas não vai abusar, não…”.
A lenda é simpática, e talvez explique o comportamento de alguns porta-vozes: teriam eles tomado demais das águas de janeiro?
Falam sem filtro, comentam o que não dominam, respondem antes de entender a pergunta e, pior, às vezes inventam. E aí, em vez de fortalecer a reputação da marca, abrem espaço para ruídos, interpretações equivocadas e, não raro, crises que nascem de bobagens.
O porta-voz é o rosto e a voz de uma organização. Sua função não é preencher silêncios com opiniões improvisadas, mas representar com clareza, segurança e alinhamento. Em comunicação, falar demais pode ser um sintoma de despreparo.
Antes de conceder entrevistas, participar de painéis ou gravar vídeos, vale lembrar: nem toda pergunta exige resposta imediata, nem toda resposta precisa ser pública. Às vezes, o silêncio bem administrado protege mais que qualquer fala apressada.
A água de janeiro pode até ajudar crianças a falar, mas, no mundo corporativo, saber responder o necessário continua sendo o melhor antídoto contra tempestades.
O Media Training Hiper Personalizado oferece uma abordagem única, ajustada ao seu perfil e às necessidades específicas do seu setor. Nosso objetivo é garantir que cada interação com a imprensa fortaleça sua imagem e reforce os valores pessoais e institucionais que deseja transmitir. Com a transição para um ambiente multiplataforma, a comunicação estratégica deve se adaptar para alcançar públicos distintos e, assim, potencializar sua mensagem em cada mídia.
Nosso treinamento explora as principais tendências e desafios da imprensa contemporânea, que hoje atua em canais variados, como televisão, rádio, jornais, sites e redes sociais. Essa diversidade exige habilidades específicas para que cada declaração ou entrevista seja bem-sucedida, projetando confiança e clareza em qualquer meio. A visibilidade imediata e constante que a mídia oferece pode impactar diretamente na percepção pública e na reputação – tanto pessoal quanto da sua instituição.
A compreensão das tendências e comportamentos informacionais é essencial para uma comunicação assertiva. De acordo com a pesquisa “Como o Brasileiro se Informa?”, 29% dos brasileiros consideram veículos tradicionais, como jornais, revistas, rádios e televisão, suas fontes de informação mais confiáveis. No entanto, 59% demonstram desconfiança em informações das redes sociais. Esses dados revelam a importância de uma comunicação bem estruturada e apoiada por fontes de credibilidade, especialmente para líderes e porta-vozes que buscam consolidar sua imagem de forma positiva.
O cenário atual, apontado pelo Edelman Trust Barometer, destaca que cerca de 44% do valor de mercado de uma empresa é atribuível à reputação do seu CEO, enquanto mais de 80% dos entrevistados esperam que os CEOs liderem mudanças sociais. Esse dado enfatiza o quanto a imagem de um porta-voz afeta a percepção da marca. Portanto, o Media Training Hiper Personalizado é desenvolvido para prepará-lo a atuar estrategicamente e contribuir para fortalecer a reputação e os valores da sua organização.
Invista em uma comunicação que seja capaz de moldar e sustentar a imagem pública da sua liderança e da sua instituição. Com o Media Training Hiper Personalizado, você estará pronto para se destacar e fortalecer o impacto de sua mensagem.
]]>Muitos encaram o media training como uma espécie de receita mágica, um conjunto de regras que, teoricamente, deveria funcionar para todos. E, sem dúvida, essas sessões oferecem uma base inicial e podem ensinar a evitar erros básicos. Mas, a realidade é que essas palestras, que estão distantes de serem de fato um treinamento, oferecem soluções genéricas que não se conectam com as suas particularidades, com o seu contexto.
Falar com a imprensa, enfrentar o público, não se resume a evitar gafes ou seguir um roteiro à risca. É muito mais do que isso. Cada um de nós carrega uma singularidade, uma forma própria de se expressar, de se movimentar, de ser. E é essa individualidade que deve ser refinada e moldada, para que a comunicação atinja todo o seu potencial.
Pense na diferença que faz um media training real que fomente suas potencialidades e torne possível você desenvolver a capacidade de transformar um momento potencialmente devastador em uma oportunidade de reafirmar a força e a resiliência da sua marca.
Isso se torna ainda mais relevante no mundo atual, onde a comunicação acontece em um turbilhão de plataformas, e as narrativas se desdobram e se transformam em questão de segundos. O porta-voz não pode se perder nesse mar de informações. Ele precisa navegar com segurança e clareza, seja na televisão, nos jornais ou nas redes sociais.
Então, eu te pergunto novamente: você realmente já fez um media training? Ou participou de palestra com noções genéricas? Na próxima vez que você estiver diante das câmeras, estará pronto?
]]>Vivemos tempos de redes sociais. É Instagram, LinkedIn, Pinterest, Facebook, Twitter e até TikTok para quem deseja se comunicar com públicos mais jovens. E, sim, há de se ter presença digital para comunicar com o público da marca e, especialmente, planejar conteúdos com estratégias corretas para seu negócio. E com tanta rede social, então, fica a pergunta: ainda sim, preciso ter um blog?
“Ainda mais se eu já tiver um site com as informações completas de missão, quem somos, serviços oferecidos… Preciso mesmo alimentar um blog?”
O blog oferece inúmeras vantagens para as empresas:
1) Te auxilia no processo de se tornar referência em sua área de atuação. Quando se publica conteúdos que atendam ao interesse de sua persona, seu blog passa a agregar valor e a responder às dúvidas das pessoas. Isso transforma seu negócio, de forma natural, e você passa a ser uma autoridade em um segmento.
2) Assim como, outro ponto valioso é que o blog te ajuda a estar bem posicionado no Google. Pense: quando se vai pesquisar um produto ou serviço, qual mecanismo usamos? O Google. E ter variadas postagens com temas relacionados ao seu trabalho, como em um blog, permite que você seja facilmente encontrado.
Se bem feito, com informações de qualidade e otimizado com técnicas de SEO, seu blog será uma ferramenta importante para que seu site esteja nas primeiras páginas das buscas do Google ou de outros buscadores.
3) Esse é determinanante: um blog permite que você gere conexão com as pessoas. Pessoas se conectam com pessoas, por isso compram de pessoas. Por meio de postagens bem estruturadas, você auxilia as pessoas, gerando conexão e humanizando o negócio.
A partir daí, com posicionamento e estratégia, um blog bem planejado é capaz de transformar visitantes em clientes. Portanto, a partir do blog, você também pode potencializar as conversões do seu site, que podem ser vendas, leads ou pedidos de orçamento, por exemplo. Nesse sentido, o blog irá aproximar sua marca de seus consumidores e estreitar os laços ao longo de toda a jornada de compra.
Sempre dizemos que as redes são importantes, até fundamentais nos dias atuais, mas elas são como casas alugadas. E se o Mark Zuckerberg tirar o Instagram do ar ou simplesmente acabar ele? O que fazer com seus conteúdos e todo o seu esforço para engajar pessoas?
Então, as redes sociais devem servir de iscas: o foco principal é gerar tráfego para o seu site.
Contudo, se quiser saber como podemos te ajudar na elaboração do seu blog, envie um mensagem para 31. 99404-0102
]]>Você pode até ter sentido raiva ao ver um lobista sem escrúpulos tentando defender a indústria do cigarro em “Obrigado por Fumar”. Mas certamente tirou alguma lição do longa. Ainda que seja sobre o que não fazer.
Então, essa e tantas outras obras do cinema e da televisão mostram uma pincelada do dia a dia dos marketeiros e suas estratégias mirabolantes para alavancar vendas e também gerar engajamento com as marcas.
Assim, pensando nisso, separamos uma lista de 5 filmes de marketing para você aprender sobre o ofício, mesmo que seja com exemplos da ficção. Então, prepare a pipoca e vamos lá!
1. “Obrigado por Fumar” (2005)
Mencionamos o longa anteriormente, mas vamos detalhar um pouquinho para quem ainda não viu. “Obrigado por Fumar” mostra os desafios de ser um “advogado do diabo”. Ou melhor, um “marketeiro do diabo”.
Dessa forma, a história mostra o lobista Nick Naylor como representante da indústria do tabaco norte-americana, precisando defender que “fumar é legal” (no sentido de “descolado”).
Essa é uma lição sobre como alguns desenvolvem a habilidade com as palavras para convencer. Ou seja, por que não, confundir as pessoas.
2. “Fome de Poder” (2016)
Essa é outra obra que precisamos mencionar e que não é somente sobre marketing mas, sim, sobre negócios e empreendedorismo. Ela conta a história – baseada em fatos reais – do vendedor de máquinas de milk-shake Ray Croc, que consegue “fundar” o McDonald’s.
Depois de conhecer os irmãos que haviam criado um modelo original e inovador de fast food, o protagonista corre atrás de formas para impulsionar o negócio.
E, apesar de narrar uma ética duvidosa do personagem principal em diversos momentos, o roteiro mostra um perfil incansável de empreendedor e que serve como importante lição.
3. “Mad Men” (2007-2015)
Certo, certo. Não é filme, mas é série sobre marketing. E uma das mais reconhecidas pela crítica. Ao longo de sete temporadas, o seriado mostra como campanhas e ações publicitárias estão intimamente ligadas com comportamento e sociedade.
Então, a história é sobre uma agência, a Sterling Cooper, que precisa vender o “sonho americano”, em meio aos anos 1960.
4. “Syrup” (2013)
Lembramos desse filme, pois ele aborda justamente estratégias de marketing para tentar vender “o sonho americano enlatado”, que nada mais é que um energético.
A história do longa sobre dois jovens executivos que querem comercializar tal produto, nos leva então a refletir sobre a própria indústria da publicidade.
Em outras palavras, um prato cheio sobre abuso da ingenuidade das pessoas e sobre como investir apenas em imagem é algo insustentável.
5. “Amor a Toda Prova” (2011)
Esse filme geralmente não entraria nesse tipo de lista. Contudo, é um exemplo sobre marketing pessoal – e, indo um pouco mais longe, pode nos levar a refletir sobre reposicionamento de marca.
O roteiro narra a vida do “apagado” Cal Weaver, que se vê traído pela esposa e então, começa a mudar o estilo de vida.
Essa transformação é incentivada por um jovem que ele conhece em um bar e que sabe bem se posicionar e demonstrar autoconfiança.
O filme está na categoria de comédia romântica, mas, se refletirmos bem, vamos entender como crises na vida e, claro, no cenário profissional, podem impulsionar mudanças positivas.
“The Newsroom” (2012-2014)
Não é um filme sobre marketing. Mas como amamos jornalismo, vamos dar a dica dessa série. A história é sobre a produção do programa jornalístico “News Night”, que conta com o apresentador Will McAvoy e a produtora MacKenzie McHale.
Esse é um dos exemplos mais interessantes para entender como é a correria do jornalismo diário. Da mesma forma, a importância da comunicação e da informação de qualidade.
Em conclusão, podemos ficar por horas e horas falando de séries e filmes sobre marketing e comunicação. Mas que tal tomar um café para conversar mais sobre essas e outras estratégias? Envie-nos agora uma mensagem pelo site ou pelo whatsapp: (31) 99404-0123.
]]>Então, qual linguagem utilizar? Como se vestir para um programa de TV? O que pode e o que não pode ser dito? Como entender o que o jornalista quer?
Primeiramente, é importante ter em mente que o treinamento para saber as respostas das perguntas acima faz parte do amplo trabalho realizado pela assessoria de imprensa, que busca promover sua marca ou negócio por meio do contato estreito com os profissionais da mídia.
Então, neste texto, separamos algumas orientações fundamentais para que a comunicação com os jornalistas seja a melhor possível. Vamos lá!
A imprensa funciona com base na informação. É a busca por conteúdos relevantes que movimenta jornalistas e os fazem desenvolver pautas, buscar fontes, dados e produzir reportagens.
Assim, o dia a dia em uma redação – seja de portal, jornal, rádio, TV ou outro canal de comunicação – costuma ser bastante agitado. Os profissionais passam o expediente correndo contra o relógio para a produção e a publicação dos melhores conteúdos.
É por isso que, em muitos dos casos, precisam de fontes “para ontem” ou “anteontem”, pois estão com o tempo contado para poder fechar uma matéria. Dessa forma, o entrevistado que está com disponibilidade imediata tem grandes chances de conseguir participar da publicação.
Mas disponibilidade não é garantia de inserção na imprensa, claro. Para que isso aconteça, sua marca precisa estar bem trabalhada entre os veículos, e a assessoria de imprensa é uma estratégia para manter contato constante com os jornalistas.
Ao mesmo tempo em que propõe pautas e fontes rotineiramente para os veículos, o assessor fica por dentro dos temas que estão sendo trabalhados e que despertam interesse dos editores.
Dessa forma, ele consegue orientar o cliente sobre assuntos que devem estar na ponta da língua, prontos para quando a oportunidade de uma entrevista surgir. Além disso, quem domina um assunto, sabe como transmiti-lo com mais segurança, tema que falaremos a seguir.
Lembre-se: jornalistas valorizam informação, em primeiro lugar. Portanto, se uma fonte consegue explicar detalhadamente sobre determinado tema, elucidando as dúvidas do repórter, vai significar uma importante parte para a construção da matéria.
Então, para ter domínio de um assunto, a resposta é simples: estude. Dessa forma, você terá segurança sobre sua área de atuação e sempre que surgir uma oportunidade de entrevista, pesquise sobre o tema mais detalhadamente, até se sentir confiante o suficiente para falar sobre ele.
Além disso, outra maneira de demonstrar confiança sobre um assunto é saber dar explicações utilizando uma linguagem mais acessível às pessoas.
Por exemplo, é muito comum o linguajar médico ser repleto de terminologias específicas. Não há problema algum em utilizá-las, desde que faça uma explicação em seguida.
Outra importante estratégia para lidar com a imprensa é pesquisar sobre o veículo e o jornalista que irá entrevistá-lo.
Então, se for a um programa de TV, converse com o apresentador em questão para entender o tipo de linguagem utilizada, se é um ambiente mais formal ou descontraído e algumas das perguntas que poderão ser abordadas.
Mais um detalhe importante: para saber como lidar com a imprensa, um dos treinamentos é feito com o próprio assessor, em que ele irá entrevistá-lo, observando sua forma de comunicação. Dessa forma, poderá destacar pontos de melhorias e correções.
Além disso, uma estratégia é sempre conversar com o espelho e prestar atenção em como está a transmissão da mensagem. Essa dica é ainda mais relevante se a entrevista em questão for em vídeo, como para um programa de televisão.
Em seguida, é possível gravar a própria fala e ouvir atentamente em caso de entrevista para rádio, observando como está a enunciação, a pronúncia, de forma a deixar tudo cada vez mais claro e fluido.
Da mesma forma é preciso estar atendo, durante o treinamento ou nas próprias entrevistas que conceder, sobre o costumeiro “é…” que colocamos entre as palavras, quando estamos pensando sobre o que dizer. Ele deixa o discurso poluído, então, procure evitá-lo, sem medo de substituí-lo por um curto silêncio.
Nossa comunicação não verbal diz muito sobre nós, portanto, a forma como nos vestimos tem tudo a ver com isso. Assim, para transmitir credibilidade em uma entrevista, é importante estar vestido apropriadamente.
Portanto, em um estúdio de TV, o mais adequado para homens é o terno ou ao menos camisa e calça social. Do mesmo modo, as mulheres devem adotar um visual mais formal, elegante e evitar o uso de saias curtas e decotes que podem deixá-las incomodadas durante a entrevista.
Já em vídeo, roupas lisas são as ideais. Deve-se evitar o tom branco ou escuro demais, bem como listras e estampas, pois podem interferir na qualidade da imagem.
Mas lembre-se que a forma de se vestir e até mesmo de falar varia muito em cada contexto. Por isso é tão importante conhecer o veículo e o jornalista.
Por exemplo, se for a gravação de um programa descontraído, ao ar livre, como se fosse um bate-papo, não há necessidade de formalidade excessiva.
Caso for conceder uma entrevista em sua casa, escritório ou consultório, faça com que a imprensa tenha todo o recurso necessário para garantir a qualidade do material.
Escolha uma sala reservada, silenciosa, com boa iluminação e decoração agradável. Além disso, lembre-se de que equipes de reportagem precisam de acesso a tomadas, para ligar equipamentos.
Isso é fundamental: uma das formas de ofender o jornalista é pedir para ver a reportagem para a qual você concedeu uma entrevista, antes da publicação oficial. Então, a não ser que o próprio jornalista ofereça, não cometa essa indelicadeza com o profissional.
Coloque-se à disposição para outros esclarecimentos e envie materiais complementares sobre o tema, bem como a grafia correta de terminologias técnicas que tiverem sido abordadas.
Até agora, falamos sobre como lidar com a imprensa em situações mais tradicionais. Mas como deve ser isso em situações de crise?
Em alguns casos, a abordagem dos jornalistas pode ser relativa a um problema vivido por sua marca, como uma denúncia, um crime, um acidente, entre muitos outros momentos delicados.
Em primeiro lugar, é fundamental contar com o manual de gestão de crise elaborado pela assessoria de imprensa. A partir daí, toda a equipe de sua empresa precisa estar alinhada sobre como proceder nesses momentos, evitando pânico desnecessário e disseminação de informações desencontradas.
Ademais, a comunicação oficial com a imprensa deverá ser feita sempre por um porta-voz, orientado a se comunicar com calma, precisão e para revelar apenas dados relevantes que evitem especulações.
Jornalistas costumam ter “faro” para descobrir a verdade. Portanto, mentir durante uma entrevista é totalmente desaconselhável. Ainda mais, porque, em muitos dos casos, é difícil transmitir confiança genuína quando estamos falando alguma inverdade.
Assim, se não souber sobre determinado tema, atenha-se àquilo que está em seu domínio. Mas, caso não se sinta confortável em responder sobre algo, não tenha medo de declinar educadamente a pergunta.
Por fim, podemos passar horas e horas falando sobre como lidar com a imprensa. Então, que tal marcar um bate papo sem compromisso para falarmos sobre planejamentos específicos para sua marca? Envie-nos agora uma mensagem pelo site ou pelo whatsapp: (31) 99404-0123
]]>Se isso já aconteceu com você e o problema foi insegurança e medo de não se sair bem, fique tranquilo. Reunimos algumas dicas que vão te ajudar a enfrentar essa angústia e conquistar espaço na mídia para se tornar referência em sua área de atuação.
Lembre-se, ainda, que uma boa postura é essencial para que você não cause danos à sua imagem e à da empresa. Além disso, é importante estar atento para evitar crises.
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