// _ea_al
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}, 2);
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Para chegar até uma resposta, os serviços de IA populares se baseiam nos dados disponíveis na internet. E é justamente aí que a reputação ganha outro tipo de pressão. A IA não realiza diligência, não faz checagem de bastidor, não liga para confirmar versão. Ela organiza sinais públicos: matérias, reclamações, processos, avaliações, menções em redes, páginas institucionais, tudo entra na mesma panela.
E, quando falta ingrediente? Aí ela completa com o que estiver à mão. Se a sua empresa publica pouco, a máquina recorre ao que encontra. Se você deixa lacunas, terceiros preenchem. Se há ruído, ele é amplificado.
Faça um teste: pergunte para uma IA sobre a sua empresa e observe quais narrativas sustentam a resposta. Se as melhores informações não são fornecidas por você, sua credibilidade está sendo terceirizada.
Quem organiza fatos reduz o espaço do boato e quem registra evidências protege a confiança antes que ela precise se defender.
O problema aparece quando essa vitrine digital revela uma queixa antiga, um processo fora de contexto ou uma notícia negativa que o tempo não apagou. O empresário faz a própria busca e percebe que, antes mesmo de qualquer conversa, o mercado já formou uma opinião.
A consequência quase nunca é explícita. O cliente em potencial não liga, não pergunta, não confronta. Ele simplesmente recua e escolhe o concorrente. A perda acontece em silêncio.
Notícias de anos atrás e registros públicos passam a pesar mais do que resultados atuais. A reputação fica presa a informações que nem sempre representam o momento real da empresa.
Ignorar esse cenário não é estratégia. Silêncio, na internet, costuma ser interpretado como concordância. É preciso construir presença legítima, conteúdo consistente e fontes confiáveis que disputem relevância com aquilo que hoje define sua imagem.
Reputação digital não é vaidade. É ativo econômico. Impacta diretamente no caixa, nas parcerias, crédito e crescimento. A tecnologia guarda memórias, mas a comunicação estratégica define quais delas permanecem no centro.
Faça o exercício. Pesquise seu nome e o da sua empresa no Google. O que aparece ali sustenta o futuro que você planeja para 2026 ou trabalha contra ele?
#reputaçao #imagem #crise
]]>O mercado ganhou um bom exemplo recentemente. A Drogaria Araújo observou a conversa cultural em torno de “Três Graças”, nova novela das nove que aborda remédios falsificados, e lançou um comercial feito para o intervalo da própria trama. O filme usa humor, esclarece o tema e reforça a confiabilidade.
Uma ideia que, para ser concebida, exigiu repertório, originalidade, timing, interpretação de emoções e responsabilidade com o público. Nada disso parece automatizado.
É fato que a inteligência artificial processa dados, sugere caminhos e acelera rotas, mas, nem de longe, ela substitui a decisão sobre qual emoção merece ser convocada. É o humano que definirá qual verdade sustenta a mensagem e qual efeito reputacional se deseja produzir.
Quando a empresa delega isso a um algoritmo, abre mão do que a distingue. Então, antes de pensar em uma grande ação para a sua marca, escolha a emoção que faz sentido para a sua narrativa. Só então, utilize as ferramentas. A tecnologia amplia o alcance, porém, a intenção e o sentido vêm das pessoas.
]]>Customer Experience não é um departamento. É o que o cliente sente — começa no primeiro contato com a marca e vai até o pós-venda. E não se terceriza. A Johnson & Johnson aprendeu isso da forma mais dura em 1982, com o episódio que ficou conhecido como “Os Assassinatos do Tylenol”.
Cápsulas adulteradas com cianeto mataram consumidores e abalaram a confiança na marca. A empresa respondeu rápido, tirou o produto das prateleiras e criou novas camadas de segurança nas embalagens. Foi um marco.
Mas, anos depois, uma nova morte reabriu o caso. O frasco estava lacrado. A cápsula, contaminada. A J&J garantiu que o produto saiu intacto da fábrica. E a pergunta ficou: até onde vai a responsabilidade da marca?
Não basta cumprir protocolo. É preciso entender que cada interação molda a percepção. Antes de usar IA para simular empatia, é preciso assumir, de verdade, a responsabilidade pela jornada do cliente — mesmo quando ela parece fora do seu controle.
CX é compromisso, não campanha.
]]>O Google processa bilhões de buscas diariamente e utiliza algoritmos avançados para classificar e organizar o conteúdo. Para destacar seu site, é fundamental entender alguns fatores de classificação que os controles de busca consideram.
Investir em estratégias de SEO é um processo contínuo, mas ao focar na experiência do usuário e na otimização do conteúdo, você poderá alcançar melhores resultados de forma consistente. Mantenha-se atualizado com as práticas exigidas pelos botões de busca e ajuste constantemente suas estratégias para garantir um bom ranking e uma procura efetiva pelo seu site.
Agora que você conhece as principais técnicas de SEO, é hora de analisar o desempenho do seu site e começar a subir rumo às primeiras sensações nas pesquisas!
]]>Em primeiro lugar, estar disponível é uma das principais características das marcas que ganham destaque e preferência do público. Mas o que fazer, de fato, para estar disponível?
A resposta é a multicanalidade. Trata-se de uma estratégia que permite que sua empresa esteja acessível em diversos canais, nas mais variadas plataformas. Dessa forma, você cria relacionamento com as pessoas.
Por exemplo, uma marca pode oferecer contato por meio de telefone, WhatsApp, e-mail, rede sociais ou chat de interação no site. E também as lojas físicas, permitindo assim a comunicação com o cliente.
Ou seja, por meio da multicanalidade é possível:
Antes de tudo, é importante entender que não é preciso estar em todos os canais possíveis. É importante que você tenha uma estratégia que integre esses canais e alinhe as informações geradas. E é fundamental entregar uma experiência de qualidade para o cliente. E isso deve ocorrer em qualquer meio que ele opte por fazer contato.
Ou seja, é preciso compreender seu público e os pontos de contato. Assim, você extrai o melhor de cada um desses canais, com foco na experiência e satisfação do seu cliente.
Antes de começar a multicanalidade, avalie se há condições de oferecer interação com qualidade. Para tanto, resolva os problemas de forma efetiva e rápida. Assim, você irá atender e encantar o cliente.
Além disso, lembre-se: é importante avaliar onde o seu público está. Numa época de incontáveis redes, quais as mais eficazes para dialogar com o seu público? Para te ajudar nesse processo, conte com o apoio de uma estratégia de comunicação eficaz.
Atualmente, a fim de facilitar os atendimentos, há ferramentas de automação que oferecem agilidade ao cliente. E esse é um dos recursos tecnológicos mais utilizados por empresas de todos os tamanhos. Elas trazem praticidade tanto para o cliente, quanto para a empresa.
Acima de tudo, é importante focar na experiência do cliente quando sua marca for citada. E isso vai além dos canais de atendimento ao consumidor. É possível rastrear comentários sobre um produto ou serviço em redes como Twitter, Facebook e Instagram, por meio de mecanismos de busca e de hashtags.
Seja como for, você não deve ser desconsiderar os chamados sites de conciliação. Entre eles o Consumidor.Gov e Reclame Aqui, usados para queixas e reclamações. E que são comumente frequentados para pesquisas de outros consumidores. Ter um atendimento rápido, personalizado e especializado nesses canais é fundamental para diminuir problemas e melhorar a experiência do cliente com a marca.
Em conclusão, cuidar do cliente é vital para a manutenção e duração do negócio. Vale a pena entender com profundidade o comportamento de seu público. E também mapear as melhores opções de interações para um atendimento ágil e efetivo.
]]>É importante destacar que as mídias são meios de compartilhamento de conteúdo. Dessa forma, essas ferramentas geram ótimas oportunidades de comunicação entre os profissionais que fazem assessoria de imprensa e os colegas do jornalismo e influenciadores.
Nesse caso, vale muito a pena destacar o LinkedIn. Isso porque, trata-se de uma rede com grande potencial para networking. Consequentemente, favorável no meio jornalístico. Com isso, os próprios empresários podem criar relações mais estreitas com quem produz para veículos e canais de interesse, concorda?
Mas claro, tudo isso pode ser feito pelo assessor. A seguir, entenda melhor como construir esse relacionamento pelo LinkedIn por meio da assessoria de imprensa, em qualquer lugar onde você esteja.
Em primeiro lugar, é importante entender que as estratégias de assessoria de imprensa envolvem algumas etapas, incluindo um estudo minucioso do segmento do cliente, suas oportunidades no mercado atual e temas que o cercam e que podem ser de interesse público.
Ao dominar o assunto, o assessor deve se empenhar em ser um especialista sobre a área. E, então, construir relacionamento com jornalistas, especialmente aqueles que integram essas editorias.
Antes de explicar melhor como estreitar vínculos com jornalistas, é válido reforçar que acompanhamos pessoas nas redes sociais que nos agregam valor, de alguma forma. Ou seja, use esse raciocínio para começar a estreitar essa relação com os profissionais da imprensa.
Para tornar tudo isso mais claro, confira a seguir um passo a passo de como tornar-se interessante e relevante para o LinkedIn dos jornalistas.
O mais importante é que o empresário, ou seu assessor, faça o dever de casa. Isso é, identifique os jornalistas e influenciadores dos veículos de interesse. Em outras palavras, é preciso consumir o conteúdo desse profissional, para entender sua linha de trabalho e os temas que aborda.
E, então, procure o jornalista no LinkedIn e adicione-o com um mensagem personalizada. Apresente-se, mostre que acompanha suas publicações e que, por isso, gostaria de adicionar aos contatos. Se precisar de ajuda sobre como falar com a imprensa, vale estudar sobre media training.
Na hora de procurar os jornalistas com quem deseja se relacionar, na barra de pesquisas do LinkedIn, você pode deixar a busca mais personalizada. Ou seja, é possível adicionar a cidade, a empresa (veículo, por exemplo) e outros filtros que sejam pertinentes.
Essa estratégia pode até ser interessante para conhecer profissionais que você ainda não conhecia. Mas claro, antes de adicionar, faça um levantamento sobre o trabalho do repórter ou editor em questão.
Então, como toda rede social, o LinkedIn funciona como networking se os usuários realmente buscam construir relacionamento, isto é, interagir. A assessoria de imprensa segue uma proposta que tem tudo a ver com isso. Logo, você, ou seu assessor, deve assumir um papel ativo nessa mídia.
Então, isso significa que, além de publicar informação de qualidade no próprio perfil, você deve comentar nas publicações dos jornalistas. Ofereça opiniões complementares à discussão, pontos de vista e outras visões que podem agregar valor ao tema.
Canais privados servem para trocar mensagens mais diretas entre usuários, sem interferência dos demais. Contudo, isso não significa que a DM das redes sociais sirva para “empurrar” pautas aleatórias.
Compartilhe algum material que tenha visto e que possa ser interessante para a área de atuação do jornalista. Fale sobre algo que você tenha escrito e que pode contribuir com a apuração. Seja criativo e mantenha o foco em oferecer soluções para o repórter, e não o contrário.
Em conclusão, esse texto teve como objetivo buscar aproximar empresários e seus assessores de jornalistas no LinkedIn. É importante lembrar que o relacionamento precisa ser encarado como troca de valor, e não de favores.
Ou seja, por meio da assessoria de imprensa, é possível levar assuntos de interesse dos veículos e, assim, conquistar inserções em espaços privilegiados da mídia.
Para saber como contratar uma assessoria de imprensa em BH e que atua no mercado brasileiro, envie mensagem agora.
]]>As mídias digitais são canais de atração. Dessa forma, o seu público nas redes sociais não é – ou pelo menos não deveria ser – diferente daquele que compra de você, concorda? Essa é a primeira consciência que precisamos tomar para desenvolver estratégias online.
Se seu objetivo é identificar público-alvo nas redes sociais, o passo inicial é compreender seu nicho de atuação. Muitas vezes, começamos um negócio ou abrimos um consultório sem ter a clareza disso e podemos seguir anos conseguindo clientes “na sorte”.
Suponhamos que você seja ginecologista. É de se esperar que você saiba “tudo” sobre a saúde íntima da mulher e, por isso, seja capaz de tratar as milhares de queixas que possam surgir nos atendimentos.
Entretanto, seus estudos possivelmente foram direcionados e mais apurados para alguma área, não é mesmo? Por exemplo, se você se tornou especialista em reprodução assistida, deverá dialogar com pessoas que estão em busca de tratamento para engravidar, em vez de focar em todo tipo de atendimento ginecológico.
Agora que entendemos melhor o nicho, é hora de segmentar muito bem quem é o seu público. Para isso, você precisa saber de questões como:
Esses detalhes vão te ajudar a entender quem é a persona, o cliente ou paciente ideal para seu negócio. Por mais que esse conceito seja aplicado em estratégias de marketing digital e marketing médico, vale reforçar que essa clareza é fundamental para quaisquer que sejam suas ações de divulgação.
Agora, vamos entender como aplicar o que falamos anteriormente para, então, identificar público-alvo nas redes sociais.
Em primeiro lugar, é muito interessante observar que hoje o mundo tem 3,8 bilhões de usuários ativos nas mídias. E, o tempo que as pessoas passam nelas é grande. Somente no Brasil, a média de acesso por dia é de mais de 3h30, segundo um relatório de 2020 da Hootsuite.
Logo, seu cliente ou paciente ideal está ali. Mas resta saber em quais das redes. Por isso, a primeira das dicas que vamos te passar começa com você fazendo o “dever de casa”. Acompanhe!
Então, crie formulários presenciais e/ou online para entender melhor sobre as características e os hábitos de consumo de quem já compra de você. Aproveite a oportunidade e pergunte quais redes sociais essas pessoas gostam e costumam acessar com frequência.
Ou seja, se a maioria responde que passa horas no Instagram, mas não costuma acessar o LinkedIn, não vale a pena alimentar perfil na segunda rede, concorda?
Além disso, como é provável que você já esteja nas rede sociais, use os recursos dessas ferramentas para conhecer seus seguidores. Por exemplo, crie enquetes, questionários, caixas de perguntas que sirvam para entender os motivos que fazem aqueles seguidores estarem ali.
Uma importante parte das estratégias digitais é o acompanhamento de dados, isto é, a análise dos frutos gerados por seu conteúdo. Use os “Insights” que existem nas próprias redes sociais para entender publicações que mais despertam interesse e engajamento do seu público.
Mas é relevante lembrar que suas apostas não devem estar concentradas apenas nas redes sociais, então, analise também os dados referentes ao seu site, como anda o acesso, se houve algum pico após determinada publicação, por exemplo.
Assim, você terá uma noção melhor do que seus clientes e os em potencial estão buscando com a sua empresa ou consultório.
Procure identificar o que seu público-alvo nas redes sociais costuma fazer. Ou seja, quais são os posts que rendem comentários e interação em outros perfis? Essa observação é muito relevante na hora de entender o que essas pessoas estão buscando.
O patrocínio de posts permite que você faça a segmentação do público com muita precisão. E , assim, o conteúdo pode ser direcionado aos usuários com a descrição do seu cliente ideal.
Por isso, inclua mídia paga em seu planejamento de redes sociais, como Facebook e Instagram Ads, para aumentar suas chances de conversão.
Agora que está mais fácil de identificar o público-alvo nas redes sociais, é válido mencionar que seu conteúdo precisa ser consistente e frequente. Ou seja, suas publicações devem ter periodicidade, além de serem exemplo daquilo que sua marca prega.
Para contar com especialistas em produção de conteúdo para redes sociais, envie-nos agora mensagem pelo Whatsapp.
]]>Com os dispositivos tão presentes na vida das pessoas, usar a voz para procurar informações não é coisa do futuro. Inclusive, a ComScore afirma que, em 2020, 50% das pesquisas serão feitas dessa forma.
Não há como duvidar disso, considerando que o Brasil conta com 230 milhões de celulares ativos. Em outras palavras, existe mais de um aparelho por pessoa no país, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP).
Primeiramente, vamos entender como aproveitar bem essa era da voz e oferecer as melhores respostas. Então, é hora de conferir uma lista de dicas de SEO!
Primeiramente, ao fazer uma busca, a forma como escrevemos é diferente de como falamos, certo? Por exemplo:
Dessa forma, o ideal é pensar em palavras-chave de cauda longa e que estejam cada vez mais próximas à linguagem oral.
Aliás, isso pode influenciar, inclusive, nos pronomes possessivos que muitas vezes usamos no conteúdo. Isto é, em vez de usar “sua empresa”, a tendência oral seria dizer “minha empresa”, certo?
“Featured snippets” são a “posição zero no Google”, que aparecem antes mesmo daquela enorme lista de resultados. É comum vermos os “snippets” em uma caixa, com algumas linhas ou imagem detalhando aquilo que a pessoa deseja saber.
Assim, para alcançar o topo do topo, o ideal é criar conteúdos com períodos bastante concisos e listas de fácil leitura, por exemplo.
Se você pesquisar “outback” (ou “onde fica o outback”), você irá ver facilmente o resultado da busca. Como, por exemplo, a localização e outras informações para frequentadores, como horário de funcionamento etc. Essa praticidade é possibilitada pelo Google Meu Negócio
Sobre o mesmo ponto de vista: imagine que ótimo obter um resultado assim quando você, dirigindo com responsabilidade, só fala para o celular “onde fica o estacionamento mais próximo?”
Aproveite seu blog para incluir uma série de informações úteis para seus clientes. Assim, ofereça posts simples que respondam as perguntas mais comuns.
Além disso, é importante entender que o usuário tem que ser favorecido pelo conteúdo e que sua marca tem o papel de atender às necessidades dele.
Antes de mais nada, é preciso entender que essa capacidade – “muito ‘Black Mirror’” – do Google se deve às atualizações de algoritmo ao longo da última década.
A principal delas foi a “Humminbird” (2013, e aperfeiçoada ao longo dos anos). Ela possibilitou que o buscador compreendesse o que as pessoas querem dizer, não necessariamente por meio das “keywords”.
Em outras palavras, o algoritmo passou a “entender” de semântica. E é justamente por isso que o conteúdo tem que ter qualidade e ser produzido por quem está por dentro dessas novidades constantes.
Então, o que achou dessa lista? Se tiver dúvida, fale conosco. Envie-nos agora uma mensagem! Ou, se preferir, converse pelo Whatsapp: 31. 99404-0102.
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